A candidatura do Chega à Câmara Municipal do Funchal manifestou hoje, em comunicado, a sua preocupação com a”violência que, de forma quase diária, marca a noite da cidade”.
O partido refete que jovens e cidadãos têm sido agredidos em plena via pública, instalando-se um “clima de insegurança que não pode ser tolerado”.
Luís Filipe Santos, candidato do Chega à Câmara Municipal do Funchal, denuncia que “a noite do Funchal está a transformar-se num território sem lei. Os jovens não podem ter medo de sair à rua, os moradores não podem continuar a viver cercados pela desordem, e a Câmara tem fechado os olhos a uma realidade que está à vista de todos”.
O Chega exige mais segurança na noite do Funchal e apresenta medidas concretas, como o reforço imediato do policiamento, uma maior vigilância nas zonas críticas, o cumprimento rigoroso dos horários dos estabelecimentos noturnos e uma fiscalização firme contra incumprimentos que perturbam o descanso dos moradores e potenciam episódios de violência.
Para Luís Filipe Santos, estas medidas são “um passo essencial para devolver ordem e tranquilidade às ruas da cidade, porque não podemos aceitar que os funchalenses vivam permanentemente em sobressalto”.
Também Miguel Castro, presidente regional do Chega, reforça esta posição afirmando que “a insegurança não pode continuar a ser banalizada na Madeira. O Funchal, sendo a capital da Região, deve ser exemplo de ordem e segurança. Se o poder político não garante isso, falha no seu dever mais básico perante os cidadãos”. O líder regional garante ainda que “com o CHEGA à frente dos destinos da Câmara, haverá coragem para tomar decisões que devolvam autoridade, respeito e paz às ruas da cidade”.
A candidatura compromete-se, assim, a agir com firmeza quando assumir a liderança da Câmara Municipal do Funchal, garantindo que a noite da cidade será mais segura, mais regulada e amiga dos cidadãos. Porque, como sublinha Luís Filipe Santos, “o Funchal merece segurança. O Funchal merece respeito, ordem e tranquilidade”